JOAQUIM NABUCO | Ser Educacional
17 Outubro
TECNOLOGIA
Drones são a nova tecnologia para vencer roubos de carga
Por Jesse Barbosa

                            

Criados para fins militares, os drones — veículos aéreos não-tripulados (Vants) — aos poucos vão sendo usados no transporte rodoviário de cargas e em seguradoras, que pretendem utilizá-los para combater o roubo de carga e auxiliar no resgate em acidentes em estradas.

“Os drones são amplamente utilizados na construção civil e começam a ser uma ferramenta extremamente eficiente no transporte rodoviário de cargas e que talvez represente um marco para os próximos anos. O equipamento pode monitorar e filmar toda a ação criminosa, possibilitando que a empresa acione suas equipes de segurança e a polícia. Acreditamos que muito em breve nossas transportadoras paranaenses e empresas de segurança vão começar a utilizar a tecnologia amplamente”, diz Marcos Battistella, presidente do Setcepar. 

A novidade é mais do que bem-vinda. De acordo com dados da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), os roubos de carga custaram, entre 2011 e 2016, cerca de R$ 6,1 bilhões à economia brasileira. Um caminhão é roubado a cada 23 minutos em todo o território nacional. São perdas que equivalem a R$ 3,9 milhões por dia.

Até o início de maio, quando a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) regulamentou do equipamento, foram autorizados cerca de 400 voos de drones no Brasil, todos ainda em fase experimental. Mais de 8 mil equipamentos foram cadastrados no site da agência. O cadastro passou a ser obrigatório para drones com peso acima de 250 gramas. A instituição das regras também contribuirá para promover o desenvolvimento sustentável e seguro para o setor.

Experiência
A concessionária Arteris, que administra rodovias do PR, SC, SP, MG e RJ usa drones há um ano para inspecionar obras. Um dos equipamentos auxilia no monitoramento das frentes de trabalho do Contorno de Florianópolis, extensão de 50 quilômetros da BR-101 que liga Garuva a Palhoça, na região metropolitana da capital catarinense. Em outra concessão, no trecho da BR-116, que vai de Curitiba a Capão Alto, na divisa com o Rio Grande do Sul, o drone está sendo usado também para fiscalizar acessos irregulares à rodovia e monitorar pontos críticos de acidentes.

A fabricante de drones Horus Aeronaves, de Santa Catarina, percebeu o efeito direto sobre suas encomendas após a publicação das regras: houve aumento de 15% nos pedidos e de 25% nas solicitações de orçamento, segundo seu presidente, Fabrício Hertz. A empresa fabrica drones de 1,2 quilo a 3 quilos. Os equipamentos são feitos à base de fibra de carbono, numa produção praticamente artesanal.

Fonte

 

 

 

17 Outubro
TECNOLOGIA
Tecnologia com mobilidade promete mudar segmento da área de Logística
Por Jesse Barbosa

 

Um dos maiores desafios das transportadoras é a redução de custos nas suas operações. Sabe-se que as empresas do setor trabalham com margens muito apertadas e que a crise econômica complicou ainda mais este cenário. O ano passado foi bastante turbulento para o segmento. A sondagem “Expectativas Econômicas do Transportador 2016”, realizada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte), mostra que a maioria das empresas, cerca de 60,1%, teve diminuição de receita bruta e que 58,8% precisaram reduzir o número total de viagens, sendo que, para a maioria, 74,6%, houve aumento do custo operacional.

Segundo o estudo “Custos Logísticos do Brasil”, do Ilos (Instituto de Logística e Supply Chain), este aumento de custos operacionais para o transporte rodoviário de cargas é resultado de um desequilíbrio de uma demanda relativamente baixa durante o período, perante a oferta de empresas, que não repassaram o aumento de custos aos seus clientes. Neste cenário, as empresas precisaram aumentar o volume de viagens, mesmo que ganhando menos, momento em que a sobrevivência do negócio passou a depender diretamente da sua capacidade de ter produtividade.
É aqui que a automação e a mobilidade reafirmam a sua capacidade de transformar a operação logística, com ganhos significativos, que podem chegar a 50% de aumento de produtividade, com equipes menores, e 90% de redução das falhas operacionais, como troca ou falta de volumes em encomendas. A TOTVS acredita que a tecnologia é um importante passo para a retomada do segmento e que, somente por meio dela, será viável uma série de melhorias capazes de mudar o cenário vivido atualmente pelas empresas do setor. Para isso, a companhia disponibiliza ofertas para importantes processos na operação das transportadoras e operadoras logísticas, como as citadas abaixo:

– Automação dos terminais de cargas: base de toda a operação da transportadora, o terminal de cargas é local onde ocorrem os recebimentos das mercadorias para a entrega final. Automatizar este processo consiste em receber e embarcar os volumes com mobilidade, por meio de coletores de dados. Toda mercadoria é etiquetada com um código de barras e já no recebimento é bipada com o coletor.

Quando o caminhão é abastecido, ocorre o mesmo processo, gerando uma conferência dupla sobre o que entra e o que sai do armazém. A tecnologia é capaz de reduzir em 90% as falhas operacionais, como troca ou falta de mercadorias, problemas muito comuns, que geram perda de tempo, custo e retrabalho. A mobilidade, além de automatizar, torna o processo muito mais produtivo, com ganhos de até 50%.

– Cockpit Logístico: a solução possui um recurso de aplicativo para os motoristas durante as entregas. Em um smartphone ou tablet, que conta com componente de geolocalização, o motorista pode acompanhar toda a sua rota, assim, de forma visual, consegue saber o que já foi executado e o que ainda está para fazer com facilidade.
Além disso, usando o dispositivo móvel, o motorista pode tirar uma foto do comprovante de entrega e enviá-la, em tempo real, para o escritório, com a opção de fazer uma assinatura digital. Também é possível reportar as ocorrências durante a viagem, como problemas com o caminhão ou a ausência do destinatário para o recebimento.
Todo esse controle proporcionado pela mobilidade impacta diretamente na produtividade e nível de gestão da empresa, que, com atualização automática no seu ERP, obtém um tempo de resposta muito mais rápido e consegue tomar decisões no momento em que as situações estão acontecendo.

– RFID: o controle dos armazéns por radiofrequência já é uma realidade. O portal RFID para a entrada e saída das mercadorias nas operadoras logísticas proporciona uma rapidez e segurança incomparáveis, quando olhamos para o modelo tradicional. Outro ponto que chama muito a atenção é no processo de inventário, que pode sofrer redução no tempo em até 80%, elevando significativamente a produtividade da operação.
“Vemos que as grandes empresas já possuem um alto nível de automação, porém o cenário é muito diferente nas pequenas e médias. É justamente esse perfil de operação que mais precisa investir em tecnologias de mobilidade, pois, para eles, os ganhos de produtividade são percebidos rapidamente, além de necessários para a retomada econômica dos seus negócios. Todas as nossas soluções estão disponíveis no modelo Intera, isto é, na nuvem e por meio de uma assinatura. Assim, não há altos investimentos com licença de software ou com infraestrutura. A TOTVS está comprometida em tornar a transformação digital viável e acessível para todas as empresas”, comenta Angela Gheller Telles, diretora dos segmentos de Manufatura e Logística da TOTVS.

A expectativa do segmento de transporte rodoviário de cargas para 2017 é de uma retomada dos negócios, com crescimento da receita.

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17 Outubro
FERRAMENTA
5 Benefícios para investir em roteirização de frotas
Por Jesse Barbosa

 

Gerenciar uma frota não é uma das tarefas mais fáceis. Segundo dados do estudo "Custos Logísticos no Brasil – 2017", do Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos), o custo logístico das empresas, ou seja, a soma dos gastos com transporte, estoque e armazenamento, representam 7,6% da receita líquida. A maior parte do custo é diz respeito ao transporte, que equivale a 3,8% da receita, seguido por estoque (2,0% da receita) e armazenagem (1,8% da receita)

Por isso, uma ferramenta que pode ser grande aliada dos gestores é a roteirização, que além de planejar trajetos exatos com o objetivo de aumentar a produtividade, também auxilia na redução de custos da operação.

A Cobli, startup especializada em melhorar a gestão de frotas, elencou cinco benefícios para investir em roteirização para pequenos e médios frotistas:

1 – Aumento de produtividade: é o principal objetivo da ferramenta. Com a ordem ideal de trajetos que deve ser percorrida, seja entre estados, cidades e/ou bairros, é possível otimizar o trabalho dos motoristas, ganhando tempo para realizar mais entregas e/ou prestar serviços.

2- Economia com manutenção: de regra geral a roteirização torna a operação mais controlável, segura e rentável. Ao minimizar a distância percorrida, o veículo percorre uma quilometragem menor, permitindo que gestor consiga conter gastos com combustível, manutenção do veículo: pneus, óleo, água, freios, entre outras peças e até com pedágios.

3- Rotas programadas de acordo com as "janelas de entrega": determinados locais possuem restrições de horário. A ferramenta permite traçar a rota de acordo com essas "janelas", resultado em menor tempo para realizar o serviço.

4 – Viagens mais rápidas: com o trajeto otimizado, a logística se torna mais estratégica e dinâmica, o que reduz significativamente a probabilidade de erros e/ou atrasos nas operações. Além disso, a rapidez na prestação de serviço, se torna um grande diferencial competitivo.

5 – Suporte na gestão de frota: o sistema permite que o gestor avalie a operação como um todo. Mais do que otimizar a frota, é possível avaliar o desempenho da equipe e auxiliar na tomada de decisões do departamento.

 

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17 Outubro
LOGÍSTICA
Condomínios Logísticos e sua atuação no mundo
Por Jesse Barbosa

 

A condição de líder mundial em galpões logísticos e exclusividade na atuação nos quatro continentes coloca a Prologis em condição privilegiada em se tratando de perspectivas de mercado. Segundo a apresentação do vice-presidente sênior da Prologis no Brasil Hardy Milsh, o quadro macroeconômico do País está pronto para melhorar. A retomada da economia promoveu um crescimento tímido, a partir do primeiro semestre de 2017, depois de pelo menos três anos de resseção. De acordo com ele, o principal desafio está no crescimento da oferta especulativa versos a baixa demanda. Pesquisas internas da empresa evidenciam uma taxa de vacância (relação entre o volume de imóveis disponíveis e o volume total existente) de 20% e 30%, em 2017, nos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro. “O mercado deve estar mais equilibrado em dois anos”, disse.

Cenário brasileiro
Com base na absorção líquida em percentual do estoque total, pode se concluir que a demanda permaneceu resiliente, ou seja, com capacidade de rápida adaptação e recuperação, nos dois principais mercados. O mercado de galpões Triple-A em São Paulo superou significativamente o mercado total, impulsionado pelo flight to-quality (períodos em que investidores preferem “mover” seu capital para ativos considerados mais seguros e vender ativos mais “arriscados”) e pela e consolidação das operações. Outro aspecto destacado por Milsh foi a alta taxa de vacância, principalmente devido ao estoque de baixa qualidade em submercados terciários em contraponto a ativos de alta qualidade nos melhores submercados, onde a vacância excessiva representa menos de um ano de demanda. A análise completa-se com a consolidação recente na indústria da construção e a escassez de terra impulsionam os custos de reposição e as rendas do mercado para aumentar.

Tendências de mercado
Dentre os fatores que criam demanda, Milsh destacou o mercado global, considerando que o comércio entre os países está crescendo e a cadeia global de Supply Chain aumentando; o consumo, estimulado pelo crescimento da população mundial e classes emergentes como grandes consumidoras; a modernização do Supply Chain, por meio de empreendimentos logísticos modernos aumentando a eficiência para os clientes corporativos, conscientes dos custos; e, por fim, o e-commerce. “As demandas de logística para atender esse setor estão crescendo em patamares muito significativos em relação aos demais, e o Brasil está ainda no começo desse processo”, analisou.

Mercado logístico global
Com base em dados das movimentações financeiras globais, Hardy Milsh apresentou uma matriz com três fases distintas de mercado. A análise da Prologis classifica o Brasil, o México e a Europa Central e Oriental como iniciantes nesse cenário. China e Europa Ocidental estão situadas no quadrante de maturidade e EUA, Japão e Reino Unido na fase avançada.

e-commerce gerando demanda

  

* Fontes: Prologis Reserach, baseado em Oxford Economic, E-marketer e Ecommerce Foundation.

** Nota: Tamanho dos trucs em volume total de negócios dos produtos B2C, em 2015.

Para ilustrar a forma disruptiva com que o e-commerce impacta o mercado, Milsh usou dados coletados pela Prologis, para mostrar que, enquanto o varejo para faturar US$ 1 bilhão movimenta 30 mil metros quadrados de galpão, o e-commerce, para fazer o mesmo volume financeiro, necessita de 100 mil metros quadrados de galpão. “O comércio eletrônico tem como plataforma de compra a internet, mas necessita de uma plataforma qualificada de entrega, que é a de Logística e Supply Chain”, explicou. Segundo ele, o e-commerce demanda localização estratégica (galpões mais próximos ou dentro de grandes centros urbanos), sites amplos e eficientes, necessidade extra de espaço porque incorporam as atividades de varejo e gestão de mercadoria devolvida no próprio site e maior número de SKUs (Stock Keeping Unit, em português Unidade de Manutenção de Estoque). Milsh falou das especificidades dos galpões para e-commerce, enfatizando que o setor deve ter um crescimento exponencial nos próximos cinco anos, devido as tendências de crescimento populacional, necessidade de trocas (devoluções) de mercadorias e aumento do poderio de consumo pela população emergente. “O e-commerce está se tornando um dos mais importantes propulsores para o mercado logístico global”, explicou. Isso porque a indústria continua a crescer cerca de 20% globalmente. Existe uma grande variedade de conceitos de e-commerce, com tamanhos e operações diferentes, que criam diferentes necessidades de estocagem. O aumento dos custos de transporte, aliado aos altos níveis de serviços exigidos pelos consumidores, fez com que a demanda por locais próximos aos grandes centros comerciais aumente.

O e-commerce está se tornando um dos mais importantes propulsores para o mercado logístico global.” Hardy Milsh, vice-presidente sênior da Prologis no Brasil.

Fonte

 

17 Outubro
MATÉRIA
Marketing pessoal - dicas de como se vestir para uma entrevista de emprego
Por Jesse Barbosa

 

Ter que escolher a roupa para entrevista de emprego muitas vezes não é tarefa fácil, porque o modo como você se veste influencia sua imagem e pode favorecê-lo ou atrapalhá-lo a conseguir uma nova oportunidade de trabalho.

Antes de pensar em como se vestir para uma entrevista de emprego você deve entender que nossa imagem profissional é composta por muitos fatores: nossa fala, gestos, expressões faciais, nosso bom humor e, sim, nossa vestimenta. Isso não quer dizer que a roupa certa para entrevista de emprego deve ser para um grande evento, mas saber o que é mais adequado para este momento é fundamental.

 

Confira a matéria completa clicando no link.

 

 

17 Outubro
MATÉRIA
Empregabilidade - como ser raridade no mundo dos iguais
Por Jesse Barbosa

 

Este artigo surgiu através de uma reflexão sobre vários treinamentos que já ministrei sobre o mercado de trabalho e suas tendências. Ao ser indagado por vários participantes sobre oportunidades de colocação e recolocação no mundo do trabalho, senti-me incomodado ao perceber que várias pessoas não têm a mínima ideia de qual caminho trilhar e se posicionar diante de tais mudanças, face às novas perspectivas do mercado de trabalho.

Ao analisar o desenvolvimento da economia do Brasil, percebo grandes avanços, não só no setor primário, como o desenvolvimento exponencial do setor secundário que vem aumentando em grandes proporções suas necessidades por mão de obra.

 

Confira a matéria completa clicando no link.

 

 

 

17 Outubro
MONITORIA
Resultado Final da seleção de monitoria 2017.2
Por Arlindo Batista

 Confira a lista de aprovados para as monitoria do curso de Sistemas da Informação, abaixo:

17 Outubro
ARTIGO
Inclusão social como condição primordial para garantia de saúde
Por Thaisa Remigio

Por Ubiracy Pereira Junior

A inclusão social vem sendo um assunto bastante debatido pelo Governo Federal e pela sociedade nos últimos tempos. Em 2011, na gestão da presidenta Dilma Rousseff, foi lançado um Plano Nacional dos Direitos das pessoas com Deficiência “Viver sem Limite”. Esse plano atua com base em quatro pilares que consistem no acesso à escola, a inclusão social, a atenção à saúde e acessibilidade, para cada área da deficiência tais como: auditiva, intelectual, motora e visual (BRASIL, 2011).

Nesta perspectiva, destaca-se, ainda, que as ações do Plano “Viver sem Limite” englobam o transporte escolar mais acessível, para que as pessoas com deficiência tenham a possibilidade de chegar até o local de ensino; mudanças estruturais em escolas públicas e instituições federais de ensino superior a fim de proporcionar condições adequadas de acesso; implementação de recursos multifuncionais nas salas de aula; além de oferta de 150 mil vagas para pessoas portadoras de deficiência em cursos federais de formação profissional e tecnológica.

O “Viver sem Limite” foi construído com inspiração na força e no exemplo das próprias pessoas com deficiência, que historicamente estiveram condenadas à segregação. Todo cidadão e cidadã tem o direito à liberdade de expressão, de estudar e trabalhar, tudo isso, garantido por lei pela Constituição Brasileira. O indivíduo quando se sente acolhido torna-se produtivo, desenvolve saúde de qualidade e contribui efetivamente para o crescimento familiar e de todos a sua volta. Logo, a inclusão social consiste em meios e ações que combatem a exclusão aos benefícios da vida em sociedade, provocada pelas diferenças de classe social, educação, idade, deficiência, gênero, preconceito social e racial.  

Todas as pessoas têm direito à vida e a viver com qualidade. É dever do Estado garantir a saúde dos cidadãos que, segundo a Organização Mundial da Saúde – OMS, é definida como o completo bem estar físico, mental e social, não apenas a ausência de doenças.

Neste contexto, a Lei Orgânica da Saúde (Lei 8.080 de 19 de setembro de 1990) ressalta que para que o indivíduo e a comunidade desenvolvam uma saúde de qualidade, se faz necessário alguns fatores determinantes e condicionantes que envolvem a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer, liberdade de ir e vir e o acesso a bens e serviços essenciais (BRASIL, 1990). Logo, podemos entender a urgência em garantir a reabilitação profissional dentro de uma política nacional de saúde do trabalhador, possibilitando melhores acessos às pessoas com deficiência, para que estas possam mostrar sua capacidade profissional e colaboradora em todas as áreas, incluindo a área da saúde, conforme suas competências, cabendo, de acordo com Maeno; Takahashi; Lima (2009), definitivamente, ao Estado o papel de guardião das leis e de regulador legal e social em benefício do exercício da cidadania.

16 Outubro
ATIVIDADE
Pedidos para registro de Atividades Complementares
Por Selma Leão

Atenção!!!

Durante o mês de novembro, estarão isentos os pedidos, através de abertura de chamado, para cômputo de atividades complementares.

Aproveite e solicite o registro de suas atividades complementares.

16 Outubro
EVENTO
Alunos podem participar de I Encontro de Ensino da História
Por Adriana Higino

Acontece nos dias 17 e 18 de outubro o I Encontro de Ensino da História. O tema principal será Os Desafios da Prática Docente. O eveneto acontecerá na UNINABUCO Paulista. 

 

Confira a programação em anexo!