JOAQUIM NABUCO | Ser Educacional
17 Novembro
ATIVIDADE
Alunos participam de aulão para a OAB
Por Diogo Severino

Prezados alunos,
 
Conforme previsto em nosso calendário, neste sábado (18) teremos nosso Aulão da OAB, na unidade de Paulista. O evento será realizado no auditório do Bloco C, a partir das 09h, e contará com a presença de diversos professores da Uninabuco dando dicas importantes para o XIV Exame da OAB.
 
O aluno que desejar assistir ao evento deverá se inscrever pessoalmente na entrada, no limite de vagas do auditório. Serão contabilizadas 10 horas de atividades complementares e 10 horas de atividades do NPJ.
 
Na entrada do evento, solicitamos a doação de 1 kg de alimento não perecível para doação em instituições sociais.
 
Contamos com a presença de vocês!

 

17 Novembro
EVENTO
I Semana de debates sobre a consciência negra
Por Diogo Severino

O Grupo de Estudos de Direitos Humanos, com o apoio da Coordenação do Curso de Direito da UNINABUCO Paulista inovam o semestre 2017.2 com a I SEMANA DE DEBATES SOBRE A CONSCIÊNCIA NEGRA. O evento contará com: palestras, exibição de filmes e debates que serão realizados no auditório do bloco C, da Uninabuco Paulista, entre os dias 20 a 24 de novembro de 2017 às 19:00hs. 
 
Prometendo um debate rico, visa incentivar  a transversalização da temática, sobre a condição do negro no Brasil de hoje. As instituições de ensino prepararam uma semana de atividades com  temas de extrema relevância. Contamos com a participação de todos!
 
- Inscrições no local, no dia e horário do evento. A depender da disponibilidade de vagas.
-A presença do aluno confere 10H de atividade complementar e 10H de NPJ.

16 Novembro
SIMPÓSIO
Aluna escreve sobre Inclusão Racial
Por Aureliano Barros

Aluna Clarissa Marcely (do Curso de Direito, palestrante no  I Simpósio do GEC  - UNINABUCO, escreve excelente texto sobre DESIGUALDADE RACIAL E EDUCACIONAL NO BRASIL.

 

Cotas raciais: Intersecções entre desigualdade racial e educacional no Brasil

O Debate sobre a politica de  cotas raciais no ensino superior vêm dividindo opiniões. E o objetivo do presente trabalho  é  contribuir para a discussão sobre relações raciais no Brasil, apresentando dados históricos e estatísticos e culturais que levaram o nosso país a adotar essas ações afirmativas. Por isso, nada melhor do que entender sobre o surgimento das cotas no Brasil, seus objetivo e como elas repercutem na sociedade.

 

As cotas raciais começaram nos Estados Unidos, com objetivo de diminuir a desigualdade socioeconômica entre brancos e negros, no ano de 1960.  Pois nos EUA havia uma discriminação institucionalizada, determinadas leis privavam cidadãos não brancos de diversos direitos além de restringir o uso de áreas públicas como ônibus, parques e filas para serviços públicos, escolas, faculdades entre outros (leis que existiam desde 1867, logos após a emancipação dos escravos), ainda existiam grupos de supremacia racial, como a Ku Klux Klan, que promoviam ataques e linchamentos contra negros se eles tentassem exercer seu direito a voto ou desrespeitassem as leis. A segregação legal foi derrubada nos Estados Unidos a nível federal através de uma série de decisões da Suprema Corte em 1954, mas processo de dessegregação continuou até a década de 1970, com a tomada de medidas que visavam diminuir a desigualdade preexistente.

 

No Brasil, após a libertação dos escravos, não tivemos uma experiência semelhante a dos EUA, pelo menos não de uma forma tão declarada. Mas também não temos uma democracia racial, como afirmou Gilberto freire na sua obra: “casa grande e senzala”. Prova disso, nós encontramos até mesmo no âmbito jurídico, depois de assinada a lei áurea, não houve políticas públicas que inserissem os ex-escravos nos demais âmbitos da sociedade, em 1951 foi promulgada a Lei Afonso Arinos que atribuía como contravenção penal a recusa, por parte de estabelecimento comercial ou de ensino de qualquer natureza, de hospedar, servir, atender ou receber cliente, comprador ou aluno, por preconceito de raça ou de cor. A constituição de 1988 tornou crime de racismo, inafiançável e imprescritível, ou seja, se vivêssemos numa democracia racial, tais leis não seriam necessárias, já que não faz sentido combater algo que não existe.

Alguns dados estatísticos comprovam as diferenças de renda e educação entre brancos e negros, como por exemplo:

                      

Com base nos dados obtidos pelo IBGE em 2009, a Universidade de Brasília (UnB) realizou uma pesquisa e constatou que 31,1% da população branca ingressa na universidade, enquanto na população negra esse numero é de apenas 12,8%. A UnB foi a primeira federal a adotar as cotas raciais, em junho de 2004.

Em 2012, foi aprovada a lei 12.711/12 (Lei de cotas), para tentar corrigir o que é considerado como injustiça histórica, herdada do período escravista e que resultou em um menor acesso ao ensino superior e, consequentemente, a menores oportunidades no mercado de trabalho para negros e índios, visando garantir menores desigualdades socioeconômicas e educacionais entre os membros da nossa sociedade. Além disso, serviu para padronizar a forma de ingresso dos alunos nas universidades públicas do país.    

 

Um dos principais argumentos que contrariam a lei de cotas é que qualquer pessoa pode se declarar de uma raça a qual não pertence para ingressar na universidade por meio do critério da autodeclaração. Quanto a isso, algumas universidades consideram o critério da autodeclaração, mas também adotam uma espécie de banca, com representantes dos Direitos Humanos, do MEC e da própria instituição, para checagem se informação dada é verdadeira. Outras consideram apenas o autodeclaração do aluno, mas isto não impede que a Universidade, outra pessoa ou até uma instituição questione sua declaração e peça que não tenha acesso à vaga.

16 Novembro
TCC
Fiquem atentos ao prazo de entrega do TCC
Por Diogo Severino

Fiquem atentos ao prazo para depósito do Trabalho de Conclusão do Curso - TCC, que se encerra no dia 04 de dezembro. Os alunos poderão entregar o trabalho  na recepção da coordenação (Bloco A) e na secretaria do NPJ (Bloco B). Não deixe para o último dia, antecipe suas atividades para não perder o prazo.

Obs.: Conforme as regras do edital de TCC, apenas os trabalhos autorizados pelo orientador de conteúdo poderão ser depositados, acompanhados das respectivas fichas de assinaturas e depósito.

 

 

16 Novembro
10 ANOS
UNINABUCO completa 10 anos com homenagem em Paulista
Por Diogo Severino

Convidamos todos os alunos da unidade Paulista para participarem da sessão solene em homenagem aos 10 anos da instituição, no município do Paulista. O evento acontece nesta quinta-feira (16), às 16h, na Câmara dos Vereadores do Paulista - Praça Papa João XXIII - Centro, Paulista.

A ação é promovida pela Câmara dos Vereadores do Paulista e contará com a presença de autoridades locais, professores, coordenadores, funcionários, alunos e direção da faculdade.

 

14 Novembro
INTERCÂMBIO
Canadá dá bolsas de estudo de até R$ 140 mil para brasileiros
Por Osmar Carlos

O Programa International Leader of Tomorrow é um prêmio oferecido pela Universidade da Columbia Britânica, do Canadá a estudantes que queiram fazer sua graduação no país e que comprovem excelência acadêmica, habilidade de liderança e conquistas extracurriculares.
As inscrições para a edição 2018 estão abertas até 1º de dezembro de 2017 e comprovante de proficiência em inglês até o dia 31 de novembro para a UBC.
O valor da bolsa varia de acordo com a necessidade financeira do estudante, e pode cobrir integralmente os valores de anuidade e custos de vida – que podem chegar a 55 mil dólares canadenses por ano, o equivalente a mais de 140 mil reais na cotação de hoje. O benefício pode ser prorrogado por mais três anos do curso, contanto que o estudante mantenha desempenho satisfatório.
Requisitos
Os interessados devem ser nomeados pela sua escola de Ensino Médio ou pela universidade da qual estão pedindo transferência. Entre os pré-requisitos, estão: estar se candidatando para a sua primeira graduação, demonstrar excelência acadêmica, não possuir cidadania canadense e nem permissão de residência no país, bem como comprovar necessidade financeira.
O candidato também precisa ser aceito pela sua primeira opção de programa na instituição – confira aqui a lista dos pré-requisitos básicos para brasileiros, que incluem histórico escolar e notas do ENEM ou do SAT.

14 Novembro
ARTIGO
Recursos Humanos como sustentabilidade
Por Edson Brigido

Qual é o papel da área de recursos humanos na criação e promoção de fatores-chave para que gerentes pensem e ajam de forma diferente?

Por Aileen Ionescu-Somers*

A sustentabilidade integra, hoje, a agenda estratégica da maioria das multinacionais. No entanto, pesquisa do Centro Global para a Liderança em Sustentabilidade, da escola de negócios IMD, de Lausanne, na Suíça, mostra que poucas empresas têm se dedicado por inteiro a essa estratégia – o que significa que o alinhamento permanece “preso” em várias unidades de negócios resistentes, como finanças, vendas, marketing e, curiosamente, a
área de recursos humanos também. Como isso acontece?

As empresas às vezes sofrem para transformar as múltiplas facetas da sustentabilidade estratégica em crescimento e vantagem competitiva. Isso acontece principalmente porque os gerentes têm mentalidades fixas, ou de curto prazo, fortemente influenciadas pelo contexto de negócios – e também por seus próprios padrões de comportamento. As corporações podem, ainda, carecer de sistemas de valores, conhecimento e habilidades necessárias, além da ausência de uma cultura incentivadora que lhes permita alavancar a estratégia de uma melhor forma.

No entanto, a experiência diz que o RH das empresas possui diferentes graus de envolvimento na implementação estratégica. Portanto, há certo perigo de as discussões empresariais se resumirem ao “mínimo denominador comum”. Na verdade, a questão primordial é que, com a não inclusão estratégica do RH na agenda, as empresas provavelmente não implementarão plenamente suas estratégias de sustentabilidade.

Qual é o papel do departamento de recursos humanos de uma organização na criação e promoção de fatores-chave para que gerentes pensem e ajam de forma diferente? Sabemos, por meio dos inúmeros projetos de pesquisa no IMD, que a inclusão bem-sucedida de estratégias de sustentabilidade significa:

–  Construir e implementar um casamento de negócios claro entre departamentos e unidades;

–  Tornar absolutamente essencial a resolução de questões de sustentabilidade economicamente relevantes;

–  Criar valor em toda a cadeia, para todos os acionistas e partes interessadas;

–  Eliminar as lacunas de conhecimento entre os gestores referentes à relevância da sustentabilidade para suas atividades cotidianas;

–  Eliminar “silos organizacionais”;

–  E – o mais importante – mudar mentalidades para permitir maior equilíbrio entre a lucratividade no curto prazo e a estabilidade de longo prazo.

Naturalmente, para realizar essas mudanças, são necessários novos conhecimentos e habilidades – na verdade, novos tipos de gerentes. Também é fundamental uma cultura corporativa e sistemas de valores que funcionem como terreno fértil para a estratégia e, principalmente, permitam às pessoas alinharem a ação empresarial com visão e propósito corporativos.

Em qualquer organização, o RH desempenha um papel extremamente importante no processo de incorporação, uma vez que ele insere as pessoas na estratégia da sustentabilidade empresarial. No entanto, muitas vezes os departamentos de RH não se sentem habilitados a instigar e implementar as mudanças necessárias às organizações a fim de integrar a sustentabilidade.

O que queremos dizer com “integrar”? Simplesmente que o comportamento social e ambiental responsável (e as ações) integra-se aos sistemas de negócios como uma atividade corriqueira da empresa. Dessa forma, a sustentabilidade não permanece nem se torna um “complemento”, em que os especialistas e gerentes dedicados ao tema ficam sentados em “torres de marfim”, tentando – e, muitas vezes, deixando de – divulgar o interesse em estratégias de sustentabilidade dos principais gerentes funcionais, algo que não tem nenhuma relevância aparente na dura realidade das atividades gerenciais cotidianas.

Para promover o engajamento e fomentar a liderança em sustentabilidade numa organização, o RH tem de desempenhar papeis significativos, como:

–  Alinhar incentivos internos e fatores-chave, como recompensa, contratação de talentos e revisão de políticas e práticas do desenvolvimento da liderança;

–  Manter coerência entre as diretrizes estratégicas e as ações cotidianas. O RH pode atuar como um “cão de guarda interno”, observando e ajudando a organização a abordar inconsistências. Do contrário, corre-se o risco de a empresa ser acusada de “lavagem verde”, na qual essas ações são tidas como “de fachada”;

–  Criar embaixadores internos, para promover a estratégia de sustentabilidade e orientar funcionários durante os processos de mudança;

–  Preencher as lacunas do conhecimento. Ao incorporar questões de sustentabilidade estrategicamente relevantes para a empresa, o RH pode se responsabilizar pela implementação do conhecimento.

–  Utilizar a sustentabilidade no recrutamento e retenção de talentos. Prevê-se que encontrar talentos vai ficar cada vez mais difícil, dependendo do setor. Empresas com visão de sustentabilidade e capacidade de articulação para mostrar resultados claros na prática dos negócios terão vantagens competitivas.

Entretanto, ao cumprir tais papeis o RH também enfrentará os seguintes desafios:

–  Conquistar credibilidade. As expectativas em relação ao RH são bastante elevadas, mas sua reputação nem sempre é das melhores. Assim, torna-se obrigatório reforçar sua credibilidade interna e cumprir papel proativo no apoio às estratégias de sustentabilidade. Além disso, o RH pode humanizar o tema de forma que os gestores se identifiquem, alinhando-se ao princípio básico do “conheça-se a si mesmo, conheça seu negócio e conheça sua equipe”.

–  Garantir que se coloquem as palavras em prática. As pessoas geralmente se entusiasmam ao falar de valores e princípios, mas demonstram maior resistência para agir e mudar seu comportamento.

Sistemas de RH têm o potencial de impulsionar essa mudança e ajudar as pessoas a superar barreiras, desde que:

–  A mudança de comportamento seja posicionada estrategicamente pela alta administração;

–  O RH atue como consultor interno, e não como executor;

–  Os gestores intermediários se envolvam com as estratégias desde o início, uma vez que mudanças geralmente se tornam reais e tangíveis no nível intermediário;

–  O fôlego seja construído e sustentado por um RH engajado, demonstrando progresso e integração aos negócios;

–  Os objetivos mensuráveis dos gerentes sejam revisados e devidamente alinhados;

–  A integração da sustentabilidade esteja alinhada com o propósito geral da empresa.

Há uma série de outras ferramentas e opções. O RH e setores de sustentabilidade podem trabalhar juntos para garantir que a empresa:

–  Esteja preparada para atrair novos tipos de liderança;

–  Valorize o longo prazo, a inteligência emocional, fatores de inovação e a vontade de um aprendizado contínuo;

–  Promova uma visão ampla do impacto dos negócios sobre (e a partir da) sociedade, meio ambiente e economia;

–  Mescle um direcionamento de cima para baixo com um engajamento livre de baixo para cima. Isso é essencial para o bom desempenho dos funcionários em relação às estratégias de sustentabilidade, nas quais o RH atua como uma espécie de conduíte;

–  Alinhe sistemas de recompensa e reconhecimento com metas de sustentabilidade, ao criar maneiras de recompensar a inovação sustentável e promover competição interna;

–  Desencadeie um processo interno para repensar como os negócios são feitos.

–  Impulsione o alinhamento comportamental com a estratégia de sustentabilidade, por meio de mudanças nas políticas empresariais, atingindo até o comportamento individual.

Para fixar ainda mais a estratégia de sustentabilidade nas organizações, setores de sustentabilidade e RH podem se unir para chamar a atenção do poder central da empresa. Essencialmente, quando não se tem poder, precisa-se de uma voz – e há situações que permitem aos indivíduos ou departamentos estabelecer uma voz que seja ouvida dentro da empresa. Identificando-as, pode-se conquistar a atenção necessária. O próximo desafio será sustentá-la e disseminá-la – o que é o mais difícil, mas não impossível. Tal qual o vírus da gripe, é preciso, acima de tudo, “contaminar” primeiramente as pessoas certas.

* Aileen Ionescu-Somers é diretora da CSL Learning Platform da IMD Business School, na Suíça.

Este artigo foi publicado originalmente na revista Ideia Sustentável, edição 31, de março de 2013.

Fonte: https://www3.ethos.org.br/cedoc/o-rh-como-alavanca-da-estrategia-sustentavel/#.WgtGdPlSy1s

14 Novembro
DIREITO
Audiência Trabalhista Simulada acontece nesta quinta (16)
Por Diogo Severino

Nesta próxima quinta-feira (16), acontece a Audiência Trabalhista Simulada, na unidade de Paulista. O evento será realizado no auditório do Bloco C, a partir das 14h, e contará com a presença de alunos do 10º período atuando como partes, sob orientação dos professores Paulo Rodrigo, Gilmara Carvalho e Johan Oliveira.
 
O aluno que desejar assistir ao evento deverá se inscrever pessoalmente na entrada, no limite de vagas do auditório. Serão contabilizadas 10 horas de atividades complementares e 10 horas de atividades do NPJ.
 
Na entrada do evento, solicitamos a doação de 1 kg de alimento não perecível para doação em instituições sociais.
 
Contamos com a presença de vocês!

 

14 Novembro
VISITA TÉCNICA
Discentes fazem visita ao Parque Nacional Vale do Catimbau
Por Adriana Higino

Os alunas (os) da unidade Paulista participarão de uma excursão ao Parque Nacional do Vale do Catimbau no período de 18 a 19 de novembro. O Vale foi nomeado Parque Nacional Catimbau pelo IPHAN em 2002 através do decreto 913/12. A região possui registros de pinturas rupestres e artefatos que datam de um período de pelo menos 6.000 anos.

13 Novembro
EVENTO
Dia DOL acontecerá dia 16 de novembro
Por Rita Silva

O Dia DOL da UNINABUCO JANGA será realizado dia 16/11 às 19hrs.

Compareça ao local indicado, pois além do aprendizado, ao término do Evento você receberá 10hrs complementares.

Professora palestrante: Graça Oliveira
Alimentos arrecadados serão doados para a Creche Lar de Paulo localizada em Água Fria.