JOAQUIM NABUCO | Ser Educacional
18 Outubro
CARREIRA
Afinal, o que é assessment?
Por Vladia Moura

Como funciona? Para que serve? É muito simples! Se você é líder de uma empresa, área, unidade de negócio ou segmento e precisa conhecer rapidamente as pessoas que trabalham no seu time, com o intuito de identificar as melhores habilidades, atitudes e conhecimentos, e ao mesmo tempo quer saber quais são suas fragilidades, o assessment lhe servirá muito bem.

Se você tem dúvida em promover ou não um profissional, identificar a melhor pessoa para ocupar uma função estratégica ou simplesmente ajudar um executivo em seu desenvolvimento, o assessment também é a melhor opção.

Esse recurso serve para melhorar a autopercepção e autoconhecimento de quem participa, ou seja, do avaliado. Conhecer seus pontos fortes e fracos poderá abrir novas possibilidades no desenvolvimento de carreira e ampliar horizontes. Só o fato de se dedicar a refletir e conversar com um profissional, que é neutro e preparado para ajudá-lo a compreender melhor seu funcionamento, é um belo ganho. Para a empresa, saber quais competências seus colaboradores possuem, se cada um deles está utilizando bem o seu potencial e que tipo de apoio precisa, é fundamental para a sustentabilidade operacional dos negócios.

Desenvolvimento, aliás, é uma via de mão dupla. Uma parte da responsabilidade é de cada um de nós, ou seja, do quanto nos esforçamos para aprender. A outra parte vem do grupo em que estamos inseridos, da empresa. Um bom exemplo é quando falamos da competência de visão estratégica de negócio: "Identifica e analisa as tendências do mercado, concorrentes e suas implicações para o posicionamento da empresa e dos clientes (quando aplicável)..." Para realizar o que foi mencionado na definição, o indivíduo imagina cenários futuros para poder antecipar tendências de mercado e desenvolver estratégias de negócios. A empresa que fomenta visão estratégica nos seus colaboradores cria e propicia espaços, fóruns para discussões, diálogos sobre contexto de mercado, situação da empresa, cenários possíveis etc. Quando não há momentos dedicados a esse tipo de conversa ou reflexão, fica difícil desenvolver tais habilidades nos indivíduos.

Há também outros subprodutos desse trabalho. Quando avaliamos alguém em níveis de comportamento, atitude e conhecimento, é preciso entender em que contexto isso está inserido, como é essa cultura organizacional, como funciona o processo decisório desse grupo, identificar a rede de relacionamentos existente e desafios estratégicos. Sem esse entendimento, não haverá uma visão abrangente da vida do profissional, dentro dessa estrutura organizacional. Com isso, podemos perceber por qual motivo está conseguindo bons resultados ou não.

Há inúmeras metodologias que podem ser utilizadas em um processo de assessment ou avaliação. Depende da necessidade da empresa e do que é preciso identificar em termos de comportamento. O mais importante, porém, não é a metodologia, não são os comportamentos e sim a pessoa que irá conduzir o trabalho, pois se trata de um processo de avaliação feito com base em observação e percepção. 

O que as empresas compram, de fato, não é uma metodologia, não é uma forma X ou Y de apresentar os resultados - é uma percepção. Simples assim. Adoro falar sobre isso! Porque a percepção não é exata, matemática, totalmente tangível ou universal. É algo único, cada pessoa tem a sua. Muito embora haja pessoas que não têm percepção, mas acham que têm.

A maioria de nós, seres humanos, tem medo de entrar em contato com seus sentimentos, imaginar o sentimento do outro. Sentir é algo cada vez mais raro. Anestesiamo-nos, todos os dias, para sentir menos. Sentir menos o desrespeito, a dor do outro, sentir menos medo, insegurança, compaixão, culpa, dor, remorso, raiva, ódio... Logo depois de sentir algo, vem a cobrança interna por uma ação. Pode iniciar com uma simples reflexão sobre a situação que gerou o sentimento. Essa cobrança por ação pode nos levar a evitar os contatos. Nem sempre temos uma resposta voltada para a ação. É necessário, então, compreender que uma reflexão já pode ser uma ação.

Todos os nossos sentidos precisam estar conectados e ativos para que possamos aguçar a nossa percepção. A conexão é uma palavra-chave, nesse contexto. Primeiro a conexão consigo mesmo e depois com o outro. Para se formar uma percepção consistente é necessário observar, investigar, provocar o interlocutor, pedir exemplos de ações e atitudes, compreender sua história, vida, expectativas, visões, pessoas e relações. Quando isso não ocorre, é julgamento e não percepção. 

Só é possível ativar a percepção quando não há anestesia de sentimentos. Chamo de anestesia estar no "modo automático". Isso ocorre todo o tempo, justamente pela dificuldade que temos com o "sentir", conforme já mencionei. Perceber é algo amplo, considera o contexto que está a nossa volta, as pessoas, os diálogos, os olhares, o clima comportamental, o que não é falado e está implícito, velado. É complexo mesmo. Por isso, não são todas as pessoas que conseguem acessar - o perceber. É preciso muito treino e consciência.

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18 Outubro
CARREIRA
Lições com o desemprego em um ano de crise
Por Vladia Moura

Por Daniele Brasil

Creio que ninguém tenha dúvidas que estamos em um ano de recessão em todos os aspectos, principalmente com o alto índice de desemprego do país. Outro dia ouvindo uma música na rádio percebi o quanto Legião Urbana é sempre atual. A música dizia: "Vamos sair, não temos mais dinheiro, os meus amigos todos estão procurando emprego". Dei um sorriso idiota quando me dei conta disso, mas é a mais pura verdade. Pensando nisso, lembrei-me de uma fase de minha vida que estava justamente nessa situação: desempregada.

Havia saído de uma empresa na qual trabalhava há seis anos. Estava muito bem adaptada lá. Gostava das pessoas e do trabalho, ganhava um pouco menos do que gostaria, mas aprendia muito, o suficiente para acordar com vontade de estar lá todos os dias. Neste mesmo período, havia feito algumas escolhas na minha vida das quais infelizmente não caberia mais espaço para estar naquela empresa: uma delas foi meu casamento e mudança de cidade.

Ao fazer tais mudanças, estava muito confiante de que seria uma vida muito feliz. Havia também acabado de me formar em psicologia e tinha muitas ideias românticas para pôr em prática.

Porém não foi tão fácil como imaginei. Fiquei um ano desempregada em um período de crise global. Durante este ano, fazia algumas (às vezes muitas) entrevistas, mas não era aprovada. Hoje entendo que minha energia ia se dissipando toda vez que recebia um "não" e ficava ainda mais desanimada. Tive inclusive receio de iniciar uma depressão por causa disso, mas felizmente não aconteceu.

Daí começaram as viradas da vida!

Durante todo o período tive muito apoio de familiares, esposo e amigos (os verdadeiros - é claro!). Fui incentivada por eles a me valorizar enquanto profissional e entender que "estar sem emprego" era apenas uma fase e que logo estaria produtiva novamente.

Assim considerei fazer uma especialização que me abriria portas para uma nova rede de relacionamentos e me proporcionaria também estar com a mente ativa. Fiz ainda outros cursos complementares em paralelo - hoje em dia existem muitos cursos gratuitos na internet de boa qualidade para quem não pode investir dinheiro.

Enfim, as coisas foram se encaminhando e o dia que uma empresa me abriu novamente as portas, entendi que todo aquele período desempregada me fez aprender muito.
Desta forma, deixo aqui as principais lições que a vida me deixou nesta etapa:

1. Aprendi que as dificuldades nos fortalecem dez vezes mais do que qualquer momento feliz.
2. Compreendi que os momentos de crise nos tornam mais criativos e mais independentes.
3. Passei a admirar muito mais algumas profissões, sobretudo as que são geridas pela simplicidade.
4. Percebi que as fraquezas e as forças ficam no mesmo lugar dentro de nós e que se deixamos uma de lado a outra acelera de zero a cem em um segundo.
5. Tornei-me mais confiante depois de aceitar que minhas experiências (boas ou ruins) me dariam os recursos necessários para conquistar tudo que eu preciso.
6. E entendi que existe lugar para todo mundo que não tem medo de trabalho.

Inicie agora suas lições aprendidas e passe adiante. Isso começará a lhe dar forças para transformar seu momento ruim em uma fase importante e necessária de sua vida.
A forma como se encara os desafios lhe diz como ficarão as cicatrizes.

"Feliz é aquele que divide aquilo que aprende e pratica aquilo que ensina".

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18 Outubro
EMPREGO
Cinco atitudes para você chegar onde quer
Por Vladia Moura

 

Muitas vezes nos perguntamos por que determinados aspectos da nossa vida não fluem, não vão para frente. Achamos que nossas atitudes são as melhores, mas os resultados são um fracasso. O que pode estar errado? Abaixo, vamos refletir um pouco sobre nossas ações e sobre as perspectivas diante delas e das pessoas que estão conosco na jornada.

1. Não pule etapas - É duro, mas o concurso que você não passou, a luta que você perdeu... Um concorrente à vaga passou no concurso, o seu adversário ganhou a luta. E não há nada de errado nisso - o mérito, normalmente, é de quem trabalha mais. Esteja sempre atento ao seu redor, nas variáveis que o ambiente apresenta, mas mantenha sempre o foco e trabalhe pelo que você quer, um degrau de cada vez.

2. Tenha um objetivo, por mais ridículo que seja - O que interessa realmente é a sua satisfação pessoal enquanto emprega suas energias em uma determinada atividade, buscando atingir uma meta em sua vida. O que não dá é para ficar parado no tempo. Portanto, tenha sempre um objetivo, por mais ridículo que ele pareça ser. Se fizer sentido para você, continue na busca.

3. Não ligue para as pessoas que não ligam pra você - Que se danem as pessoas que não aprovarem o que você faz. Desde que não seja imoral, ilegal e que não prejudique ninguém, vá em frente. Comece, continue e não pare! Faça você mesmo suas coisas, afinal, quem mais saberá exatamente o que você precisa?

4. Compartilhe com quem compartilha - Não perca tempo fazendo favores e se importando por quem não está nem aí pra você. É muito mais fácil ajudar quem quer ser ajudado e receber de quem quer doar. Analise seus parceiros de atividade e veja a postura deles quanto ao seu objetivo - ou ao objetivo em comum do grupo. 

5. Não cultive grandes expectativas - Não fique imaginando a galinha dos ovos de ouro, ela nunca vai aparecer se você não trabalhar duro. Se você tiver grandes expectativas, provavelmente terá grandes frustrações. Apenas trabalhe duro, com inteligência, e o final será recompensador.

Mantenha-se ativo, atento e sempre em movimento. Sonhos, pensamentos e devaneios não abrem portas. Atitudes abrem portas. A cada tarefa executada a roda da vida gira um pouquinho, e isso vai gerando conseqüências. Coisas boas geram conseqüências boas, coisas ruins geram conseqüências ruins - o nome disso é karma. A vida rebate o que você jogar nela, portanto jogue coisas boas e seja feliz!

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18 Outubro
GRATUITO
Atividades Complementares podem ser inseridas gratuitamente em novembro
Por Carlos Costa

Prezadas (os), Alunas (os),

Como todos sabem, o curso de Serviço Social exige do aluno 110hs de atividades complementares. Pensando nisso, o grupo "Ser Educacional" está garantindo a gratuidade do lançamento das atividades complementares, ao longo do mês de Novembro do ano em curso. Pensando no seu conforto e segurança no lançamento de todas as atividades complementares, a instituição permitirá que você reúna todos os seus certificados e declarações e insiram no portal, sem pagar adesão nenhuma.

Confira como inserir, pelo passo a passo da imagem anexada. 

18 Outubro
REGIMENTO
Você conhece nosso regimento interno?
Por Edson Brigido

Prezados alunos, para maior compreensão dos procedimentos adotados por estas Instituição de Ensio Superior (IES), nos quais estão incluídos os direitos e deveres dos alunos, estamos disponibilizando o Regulamento Geral da UNINABUCO Recife, em anexo. Qualquer dúvida sobre o documento anexado, estamos à disposição para ajudá-los, na coordenação.

 

 

 

17 Outubro
TECNOLOGIA
Drones são a nova tecnologia para vencer roubos de carga
Por Vladia Moura

                            

Criados para fins militares, os drones — veículos aéreos não-tripulados (Vants) — aos poucos vão sendo usados no transporte rodoviário de cargas e em seguradoras, que pretendem utilizá-los para combater o roubo de carga e auxiliar no resgate em acidentes em estradas.

“Os drones são amplamente utilizados na construção civil e começam a ser uma ferramenta extremamente eficiente no transporte rodoviário de cargas e que talvez represente um marco para os próximos anos. O equipamento pode monitorar e filmar toda a ação criminosa, possibilitando que a empresa acione suas equipes de segurança e a polícia. Acreditamos que muito em breve nossas transportadoras paranaenses e empresas de segurança vão começar a utilizar a tecnologia amplamente”, diz Marcos Battistella, presidente do Setcepar. 

A novidade é mais do que bem-vinda. De acordo com dados da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), os roubos de carga custaram, entre 2011 e 2016, cerca de R$ 6,1 bilhões à economia brasileira. Um caminhão é roubado a cada 23 minutos em todo o território nacional. São perdas que equivalem a R$ 3,9 milhões por dia.

Até o início de maio, quando a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) regulamentou do equipamento, foram autorizados cerca de 400 voos de drones no Brasil, todos ainda em fase experimental. Mais de 8 mil equipamentos foram cadastrados no site da agência. O cadastro passou a ser obrigatório para drones com peso acima de 250 gramas. A instituição das regras também contribuirá para promover o desenvolvimento sustentável e seguro para o setor.

Experiência
A concessionária Arteris, que administra rodovias do PR, SC, SP, MG e RJ usa drones há um ano para inspecionar obras. Um dos equipamentos auxilia no monitoramento das frentes de trabalho do Contorno de Florianópolis, extensão de 50 quilômetros da BR-101 que liga Garuva a Palhoça, na região metropolitana da capital catarinense. Em outra concessão, no trecho da BR-116, que vai de Curitiba a Capão Alto, na divisa com o Rio Grande do Sul, o drone está sendo usado também para fiscalizar acessos irregulares à rodovia e monitorar pontos críticos de acidentes.

A fabricante de drones Horus Aeronaves, de Santa Catarina, percebeu o efeito direto sobre suas encomendas após a publicação das regras: houve aumento de 15% nos pedidos e de 25% nas solicitações de orçamento, segundo seu presidente, Fabrício Hertz. A empresa fabrica drones de 1,2 quilo a 3 quilos. Os equipamentos são feitos à base de fibra de carbono, numa produção praticamente artesanal.

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17 Outubro
TECNOLOGIA
Tecnologia com mobilidade promete mudar segmento da área de Logística
Por Vladia Moura

 

Um dos maiores desafios das transportadoras é a redução de custos nas suas operações. Sabe-se que as empresas do setor trabalham com margens muito apertadas e que a crise econômica complicou ainda mais este cenário. O ano passado foi bastante turbulento para o segmento. A sondagem “Expectativas Econômicas do Transportador 2016”, realizada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte), mostra que a maioria das empresas, cerca de 60,1%, teve diminuição de receita bruta e que 58,8% precisaram reduzir o número total de viagens, sendo que, para a maioria, 74,6%, houve aumento do custo operacional.

Segundo o estudo “Custos Logísticos do Brasil”, do Ilos (Instituto de Logística e Supply Chain), este aumento de custos operacionais para o transporte rodoviário de cargas é resultado de um desequilíbrio de uma demanda relativamente baixa durante o período, perante a oferta de empresas, que não repassaram o aumento de custos aos seus clientes. Neste cenário, as empresas precisaram aumentar o volume de viagens, mesmo que ganhando menos, momento em que a sobrevivência do negócio passou a depender diretamente da sua capacidade de ter produtividade.
É aqui que a automação e a mobilidade reafirmam a sua capacidade de transformar a operação logística, com ganhos significativos, que podem chegar a 50% de aumento de produtividade, com equipes menores, e 90% de redução das falhas operacionais, como troca ou falta de volumes em encomendas. A TOTVS acredita que a tecnologia é um importante passo para a retomada do segmento e que, somente por meio dela, será viável uma série de melhorias capazes de mudar o cenário vivido atualmente pelas empresas do setor. Para isso, a companhia disponibiliza ofertas para importantes processos na operação das transportadoras e operadoras logísticas, como as citadas abaixo:

– Automação dos terminais de cargas: base de toda a operação da transportadora, o terminal de cargas é local onde ocorrem os recebimentos das mercadorias para a entrega final. Automatizar este processo consiste em receber e embarcar os volumes com mobilidade, por meio de coletores de dados. Toda mercadoria é etiquetada com um código de barras e já no recebimento é bipada com o coletor.

Quando o caminhão é abastecido, ocorre o mesmo processo, gerando uma conferência dupla sobre o que entra e o que sai do armazém. A tecnologia é capaz de reduzir em 90% as falhas operacionais, como troca ou falta de mercadorias, problemas muito comuns, que geram perda de tempo, custo e retrabalho. A mobilidade, além de automatizar, torna o processo muito mais produtivo, com ganhos de até 50%.

– Cockpit Logístico: a solução possui um recurso de aplicativo para os motoristas durante as entregas. Em um smartphone ou tablet, que conta com componente de geolocalização, o motorista pode acompanhar toda a sua rota, assim, de forma visual, consegue saber o que já foi executado e o que ainda está para fazer com facilidade.
Além disso, usando o dispositivo móvel, o motorista pode tirar uma foto do comprovante de entrega e enviá-la, em tempo real, para o escritório, com a opção de fazer uma assinatura digital. Também é possível reportar as ocorrências durante a viagem, como problemas com o caminhão ou a ausência do destinatário para o recebimento.
Todo esse controle proporcionado pela mobilidade impacta diretamente na produtividade e nível de gestão da empresa, que, com atualização automática no seu ERP, obtém um tempo de resposta muito mais rápido e consegue tomar decisões no momento em que as situações estão acontecendo.

– RFID: o controle dos armazéns por radiofrequência já é uma realidade. O portal RFID para a entrada e saída das mercadorias nas operadoras logísticas proporciona uma rapidez e segurança incomparáveis, quando olhamos para o modelo tradicional. Outro ponto que chama muito a atenção é no processo de inventário, que pode sofrer redução no tempo em até 80%, elevando significativamente a produtividade da operação.
“Vemos que as grandes empresas já possuem um alto nível de automação, porém o cenário é muito diferente nas pequenas e médias. É justamente esse perfil de operação que mais precisa investir em tecnologias de mobilidade, pois, para eles, os ganhos de produtividade são percebidos rapidamente, além de necessários para a retomada econômica dos seus negócios. Todas as nossas soluções estão disponíveis no modelo Intera, isto é, na nuvem e por meio de uma assinatura. Assim, não há altos investimentos com licença de software ou com infraestrutura. A TOTVS está comprometida em tornar a transformação digital viável e acessível para todas as empresas”, comenta Angela Gheller Telles, diretora dos segmentos de Manufatura e Logística da TOTVS.

A expectativa do segmento de transporte rodoviário de cargas para 2017 é de uma retomada dos negócios, com crescimento da receita.

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17 Outubro
FERRAMENTA
5 Benefícios para investir em roteirização de frotas
Por Vladia Moura

 

Gerenciar uma frota não é uma das tarefas mais fáceis. Segundo dados do estudo "Custos Logísticos no Brasil – 2017", do Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos), o custo logístico das empresas, ou seja, a soma dos gastos com transporte, estoque e armazenamento, representam 7,6% da receita líquida. A maior parte do custo é diz respeito ao transporte, que equivale a 3,8% da receita, seguido por estoque (2,0% da receita) e armazenagem (1,8% da receita)

Por isso, uma ferramenta que pode ser grande aliada dos gestores é a roteirização, que além de planejar trajetos exatos com o objetivo de aumentar a produtividade, também auxilia na redução de custos da operação.

A Cobli, startup especializada em melhorar a gestão de frotas, elencou cinco benefícios para investir em roteirização para pequenos e médios frotistas:

1 – Aumento de produtividade: é o principal objetivo da ferramenta. Com a ordem ideal de trajetos que deve ser percorrida, seja entre estados, cidades e/ou bairros, é possível otimizar o trabalho dos motoristas, ganhando tempo para realizar mais entregas e/ou prestar serviços.

2- Economia com manutenção: de regra geral a roteirização torna a operação mais controlável, segura e rentável. Ao minimizar a distância percorrida, o veículo percorre uma quilometragem menor, permitindo que gestor consiga conter gastos com combustível, manutenção do veículo: pneus, óleo, água, freios, entre outras peças e até com pedágios.

3- Rotas programadas de acordo com as "janelas de entrega": determinados locais possuem restrições de horário. A ferramenta permite traçar a rota de acordo com essas "janelas", resultado em menor tempo para realizar o serviço.

4 – Viagens mais rápidas: com o trajeto otimizado, a logística se torna mais estratégica e dinâmica, o que reduz significativamente a probabilidade de erros e/ou atrasos nas operações. Além disso, a rapidez na prestação de serviço, se torna um grande diferencial competitivo.

5 – Suporte na gestão de frota: o sistema permite que o gestor avalie a operação como um todo. Mais do que otimizar a frota, é possível avaliar o desempenho da equipe e auxiliar na tomada de decisões do departamento.

 

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17 Outubro
LOGÍSTICA
Condomínios Logísticos e sua atuação no mundo
Por Vladia Moura

 

A condição de líder mundial em galpões logísticos e exclusividade na atuação nos quatro continentes coloca a Prologis em condição privilegiada em se tratando de perspectivas de mercado. Segundo a apresentação do vice-presidente sênior da Prologis no Brasil Hardy Milsh, o quadro macroeconômico do País está pronto para melhorar. A retomada da economia promoveu um crescimento tímido, a partir do primeiro semestre de 2017, depois de pelo menos três anos de resseção. De acordo com ele, o principal desafio está no crescimento da oferta especulativa versos a baixa demanda. Pesquisas internas da empresa evidenciam uma taxa de vacância (relação entre o volume de imóveis disponíveis e o volume total existente) de 20% e 30%, em 2017, nos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro. “O mercado deve estar mais equilibrado em dois anos”, disse.

Cenário brasileiro
Com base na absorção líquida em percentual do estoque total, pode se concluir que a demanda permaneceu resiliente, ou seja, com capacidade de rápida adaptação e recuperação, nos dois principais mercados. O mercado de galpões Triple-A em São Paulo superou significativamente o mercado total, impulsionado pelo flight to-quality (períodos em que investidores preferem “mover” seu capital para ativos considerados mais seguros e vender ativos mais “arriscados”) e pela e consolidação das operações. Outro aspecto destacado por Milsh foi a alta taxa de vacância, principalmente devido ao estoque de baixa qualidade em submercados terciários em contraponto a ativos de alta qualidade nos melhores submercados, onde a vacância excessiva representa menos de um ano de demanda. A análise completa-se com a consolidação recente na indústria da construção e a escassez de terra impulsionam os custos de reposição e as rendas do mercado para aumentar.

Tendências de mercado
Dentre os fatores que criam demanda, Milsh destacou o mercado global, considerando que o comércio entre os países está crescendo e a cadeia global de Supply Chain aumentando; o consumo, estimulado pelo crescimento da população mundial e classes emergentes como grandes consumidoras; a modernização do Supply Chain, por meio de empreendimentos logísticos modernos aumentando a eficiência para os clientes corporativos, conscientes dos custos; e, por fim, o e-commerce. “As demandas de logística para atender esse setor estão crescendo em patamares muito significativos em relação aos demais, e o Brasil está ainda no começo desse processo”, analisou.

Mercado logístico global
Com base em dados das movimentações financeiras globais, Hardy Milsh apresentou uma matriz com três fases distintas de mercado. A análise da Prologis classifica o Brasil, o México e a Europa Central e Oriental como iniciantes nesse cenário. China e Europa Ocidental estão situadas no quadrante de maturidade e EUA, Japão e Reino Unido na fase avançada.

e-commerce gerando demanda

  

* Fontes: Prologis Reserach, baseado em Oxford Economic, E-marketer e Ecommerce Foundation.

** Nota: Tamanho dos trucs em volume total de negócios dos produtos B2C, em 2015.

Para ilustrar a forma disruptiva com que o e-commerce impacta o mercado, Milsh usou dados coletados pela Prologis, para mostrar que, enquanto o varejo para faturar US$ 1 bilhão movimenta 30 mil metros quadrados de galpão, o e-commerce, para fazer o mesmo volume financeiro, necessita de 100 mil metros quadrados de galpão. “O comércio eletrônico tem como plataforma de compra a internet, mas necessita de uma plataforma qualificada de entrega, que é a de Logística e Supply Chain”, explicou. Segundo ele, o e-commerce demanda localização estratégica (galpões mais próximos ou dentro de grandes centros urbanos), sites amplos e eficientes, necessidade extra de espaço porque incorporam as atividades de varejo e gestão de mercadoria devolvida no próprio site e maior número de SKUs (Stock Keeping Unit, em português Unidade de Manutenção de Estoque). Milsh falou das especificidades dos galpões para e-commerce, enfatizando que o setor deve ter um crescimento exponencial nos próximos cinco anos, devido as tendências de crescimento populacional, necessidade de trocas (devoluções) de mercadorias e aumento do poderio de consumo pela população emergente. “O e-commerce está se tornando um dos mais importantes propulsores para o mercado logístico global”, explicou. Isso porque a indústria continua a crescer cerca de 20% globalmente. Existe uma grande variedade de conceitos de e-commerce, com tamanhos e operações diferentes, que criam diferentes necessidades de estocagem. O aumento dos custos de transporte, aliado aos altos níveis de serviços exigidos pelos consumidores, fez com que a demanda por locais próximos aos grandes centros comerciais aumente.

O e-commerce está se tornando um dos mais importantes propulsores para o mercado logístico global.” Hardy Milsh, vice-presidente sênior da Prologis no Brasil.

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17 Outubro
MATÉRIA
Marketing pessoal - dicas de como se vestir para uma entrevista de emprego
Por Vladia Moura

 

Ter que escolher a roupa para entrevista de emprego muitas vezes não é tarefa fácil, porque o modo como você se veste influencia sua imagem e pode favorecê-lo ou atrapalhá-lo a conseguir uma nova oportunidade de trabalho.

Antes de pensar em como se vestir para uma entrevista de emprego você deve entender que nossa imagem profissional é composta por muitos fatores: nossa fala, gestos, expressões faciais, nosso bom humor e, sim, nossa vestimenta. Isso não quer dizer que a roupa certa para entrevista de emprego deve ser para um grande evento, mas saber o que é mais adequado para este momento é fundamental.

 

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