JOAQUIM NABUCO | Ser Educacional
28 Dezembro
AÇÃO
Você está ligado? De olho no bolso, sem esquecer da saúde!
Por Thaisa Remigio

A partir de 02 de Janeiro, na UNINABUCO RECIFE, serão oferecidas orientações de saúde e assessoria contábil à população! Trata-se de uma ação do Projeto " Você está ligado? De olho no bolso, sem esquecer da saúde" que tem como objetivos principais:

  • CALCULAR E ORIENTAR A POPULAÇÃO QUANTO AO CRÉDITO DO ICMS COBRADO A MAIOR NA CONTA DE ENERGIA;
  • PROPORCIONAR À POPULAÇÃO O SERVIÇO DE AFERIÇÃO DE PRESSÃO ARTERIAL;
  • PROPORCIONAR À POPULAÇÃO O SERVIÇO DE MONITORAMENTO DE ÍNDICES GLICÊMICOS;
  • PROPORCIONAR À POPULAÇÃO O SERVIÇO DE AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA;
  • PROPORCIONAR À POPULAÇÃO A REALIZAÇÃO DE EXERCÍCIOS DE ALONGAMENTO PARA MELHORIAS POSTURAIS;
  • FORNECIMENTO DE ORIENTAÇÕES ALIMENTARES E DE SAÚDE À POPULAÇÃO.

A ação acontece até o dia 29 de Janeiro, no Núcleo de Apoio Fiscal - NAF, das 10 às 14 horas. Pegue sua conta de luz e venha falar com a gente!

23 Novembro
AÇÃO
IV Circuito Saúde UNINABUCO Recife
Por Thaisa Remigio

No último dia 18 de novembro, a UNINABUCO Recife realizou o IV Circuito de Saúde, com o objetivo principal de estimular a prática de atividade física e a adoção de hábitos saudáveis de vida. Durante o evento, realizado na sede da Instituição, foram oferecidas várias modalidades de exercícios físicos como treino funcional, zumba, jump e rapel, em parceria com a Academia Biodinâmica, assim como, serviços de saúde gratuitos como aferição de pressão arterial, testes de glicemia e avaliação de medidas antropométricas, fornecidos pelos próprios alunos dos cursos de Enfermagem e Fisioterapia da Instituição. Os participantes puderam também desfrutar de um lanche saudável a base de frutas e bastante água.

13 Novembro
FÁRMACOS
Uso Racional de Antibióticos deve ser consciente
Por Alamisne Gomes

Em novembro, o Ministério da Saúde proporciona a semana de conscientização do uso racional de antibióticos, e a unidade Paulista abraça esta causa e vem alertar a população e os profissionais de saúde acerca deste tema.

 A resistência aos antimicrobianos é uma das maiores ameaças à saúde global! Em alguns países, antimicrobianos são utilizados sem receita médica em até 2/3 das ocasiões e mesmo quando prescritos formalmente, sua indicação pode ser desnecessária em 50% dos casos. A venda de medicamentos sem receita, quando esta for obrigatória, pode trazer implicações sérias para a saúde. Desta forma, as farmácias e drogarias têm papel fundamental no controle da automedicação.

Lembre-se! Nem sempre um medicamento indicado para uma pessoa, serve para outra. Faça o uso racional, se houver dúvidas para que serve ou como tomar seu medicamento, procure o farmacêutico.

06 Novembro
ARTIGO
Inclusão Social nos Cursos de Saúde
Por Thaisa Remigio

Por Edson Regis Tavares Pessoa Pinho De Vasconcelos

Desde as três últimas décadas, os importantes avanços produzidos pela redemocratização da sociedade, apontavam a emergência da construção de espaços sociais menos excludentes e de alternativas para o convívio na diversidade. Tal necessidade está relacionada à capacidade que uma cultura tem de lidar com as heterogeneidades que a compõe, tornando-se assim um critério de avaliação de seu estágio evolutivo e de bem-estar social, especialmente em tempos de fundamentalismos e intolerâncias crescentes em que vivemos (Paulon et al, 2005).

O último censo revela que o Brasil contabiliza, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE-2010), 45,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência – visual, auditiva, motora ou mental/intelectual – o que significa 24% da população. Nesse cenário, avanços foram discutidos e alcançados através de políticas públicas de inclusão social na última década. Em 2008 o Brasil fez parte da Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência (ONU). Em 2011, foi lançado um Plano Nacional dos Direitos das pessoas com Deficiência - Viver sem Limite, com o objetivo de implementar novas iniciativas e intensificar ações, que na época, já eram realizadas. O modelo de educação inclusiva pelo qual optou o Brasil é baseado no artigo 24 da Convenção da ONU, que reconhece os direitos das pessoas com deficiência à educação regular em todos os níveis, sem discriminação e com igualdade de oportunidades, sendo tema de debate na conferência das Nações Unidas em 2017 (Brasil, 2017).

A continuação da política de inclusão social vem se mantendo, com programas de inclusão social e a publicação da Convenção sobre os direitos das pessoas com deficiência (Brasil, 2016). E programas frutos dessa política, como o Alumiar da Fundação Joaquim Nabuco e Ministério da Educação (Fundaj) que disponibiliza salas de cinema para pessoas com deficiência sensoriais. Recentemente o tema da acessibilidade e inclusão social foi o tema escolhido para redação do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM 2017), trazendo a discussão para o âmago da sociedade, exigindo dos futuros ingressantes do ensino superior, conhecimento e capacidade argumentativa de um tema que deveria ser cotidiano.

É através de instituições de ensino regular que as atitudes discriminatórias se devem combater, propiciando condições para o desenvolvimento de comunidades integradas, que é a base da construção da sociedade inclusiva e consequentemente obtenção de uma real educação para todos (Fortes, 2005).

Nessa perspectiva, a inclusão social deixa de ser uma preocupação a ser dividida entre governantes, especialistas e um grupo delimitado de cidadãos com alguma diferença e passa a ser uma questão fundamental da sociedade.

O profissional da área de saúde, deve possuir práticas e vivências com a pluralidade, através de uma formação interdisciplinar. Para isso, os objetivos devem atender à regulamentação do Ministério da Educação (MEC), referente à modificação dos projetos pedagógicos dos cursos de graduação na área da Saúde, que visam à interdisciplinaridade, de acordo com os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), com vistas à atenção integral à saúde do sujeito.

Mesmo após anos na estrutura do ensino de saúde, o usuário do sistema de saúde busca nos profissionais, ações que contemplem práticas de humanização, proporcionando soluções para as suas problemáticas em saúde. No entanto, os serviços ofertados e a demanda percebida, normalmente estão fundamentados num modelo biomédico hegemônico, caracterizado pela centralização no objetivo "doença" em detrimento da observação e aproximação da relação saúde-usuário: escuta, acolhimento e compreensão do sentido social do sofrimento e adoecimento (Luz, 1997).

Os alunos recém-chegados do ensino médio, ainda são frutos de uma educação disciplinar, a dificuldade de exercício de uma prática interdisciplinar compreende fatores de tensão como o que transita no imaginário de estudantes quanto ao conceito contemporâneo de saúde (Grave et al, 2013).

Nas turmas de saúde do Centro Universitário Uninabuco, são realizadas atividades inclusivas desde os primeiros meses de curso, como visitas em Hospitais, Abrigos de Idosos e Enfermarias, para trabalhar a sensibilização dos futuros profissionais com conflitos e a problemática cotidiana da profissão.

Nesta perspectiva, a interação com os usuários e demais membros familiares e/ou cuidadores é norteada e oportunizada no conceito de educação em comunhão, mediados pelo ambiente de inserção mútua (Freire, 1987).

Os espaços de observação e prática, constituídos mediante a oportunização do encontro entre alunos, professores, usuários dos serviços, cuidadores e/ou familiares, constitui, uma ferramenta crucial na sensibilização dos alunos (Grave, 2013) através da observância do olhar ampliado do usuário, premiando a integralidade e a interdisciplinaridade no cuidado. Tornando-os assim profissinais mais capacitados, democráticos e humanos ao tratar com a pluralidade, em uma prática de inclusão social.

Referências

Paulon, S. M., Freitas, L. B. L.; Pinho, G. S. 2005. Documento subsidiário à política de inclusão. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial.

IBGE (2010). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Censo Demográfico. http://www.censo2010.ibge.gov.br/>. Consultado em, 05/11/2017.

Brasil. 2017. Educação Inclusiva no Brasil é tema de debate em conferência da ONU. Secretaria nacional de promoção dos direitos da pessoa com deficiencia (SNPD). Brasíia. http://www.pessoacomdeficiencia.gov.br consultado em, 05/11/2017.

Brasil. 2016. Ministério da Justiça e Cidadania. Convenção sobre os direitos das pessoas com deficiência - Lei brasileira de inclusão da pessoa com deficiência (estatuto da pessoa com deficiência). Brasília.

Fortes, V.G.G.F. 2005.  A inclusão da pessoa com deficiência visual na UFRN: a percepção dos acadêmicos. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Luz, M. T. 1997. Cultura contemporânea e medicinas alternativas: novos paradigmasem saúde no fim do século XX. Physis: Revista de Saúde Coletiva, v. 7, nº 1, p.13-43.

Grave, M. T. Q.; Castro, L. C.; Fernandes,L. C.; Schmeier, B.; Becker, M. C. 2013. Ações interdisciplinares de cuidados em saúde: Interdisciplinaridade na formação e integralidade na Atenção em saúde. Cataventos, 5, 1. p.14-24.

Freire, P. 1987. Pedagogia do oprimido. 11ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra. p.39.

17 Outubro
ARTIGO
Inclusão social como condição primordial para garantia de saúde
Por Thaisa Remigio

Por Ubiracy Pereira Junior

A inclusão social vem sendo um assunto bastante debatido pelo Governo Federal e pela sociedade nos últimos tempos. Em 2011, na gestão da presidenta Dilma Rousseff, foi lançado um Plano Nacional dos Direitos das pessoas com Deficiência “Viver sem Limite”. Esse plano atua com base em quatro pilares que consistem no acesso à escola, a inclusão social, a atenção à saúde e acessibilidade, para cada área da deficiência tais como: auditiva, intelectual, motora e visual (BRASIL, 2011).

Nesta perspectiva, destaca-se, ainda, que as ações do Plano “Viver sem Limite” englobam o transporte escolar mais acessível, para que as pessoas com deficiência tenham a possibilidade de chegar até o local de ensino; mudanças estruturais em escolas públicas e instituições federais de ensino superior a fim de proporcionar condições adequadas de acesso; implementação de recursos multifuncionais nas salas de aula; além de oferta de 150 mil vagas para pessoas portadoras de deficiência em cursos federais de formação profissional e tecnológica.

O “Viver sem Limite” foi construído com inspiração na força e no exemplo das próprias pessoas com deficiência, que historicamente estiveram condenadas à segregação. Todo cidadão e cidadã tem o direito à liberdade de expressão, de estudar e trabalhar, tudo isso, garantido por lei pela Constituição Brasileira. O indivíduo quando se sente acolhido torna-se produtivo, desenvolve saúde de qualidade e contribui efetivamente para o crescimento familiar e de todos a sua volta. Logo, a inclusão social consiste em meios e ações que combatem a exclusão aos benefícios da vida em sociedade, provocada pelas diferenças de classe social, educação, idade, deficiência, gênero, preconceito social e racial.  

Todas as pessoas têm direito à vida e a viver com qualidade. É dever do Estado garantir a saúde dos cidadãos que, segundo a Organização Mundial da Saúde – OMS, é definida como o completo bem estar físico, mental e social, não apenas a ausência de doenças.

Neste contexto, a Lei Orgânica da Saúde (Lei 8.080 de 19 de setembro de 1990) ressalta que para que o indivíduo e a comunidade desenvolvam uma saúde de qualidade, se faz necessário alguns fatores determinantes e condicionantes que envolvem a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer, liberdade de ir e vir e o acesso a bens e serviços essenciais (BRASIL, 1990). Logo, podemos entender a urgência em garantir a reabilitação profissional dentro de uma política nacional de saúde do trabalhador, possibilitando melhores acessos às pessoas com deficiência, para que estas possam mostrar sua capacidade profissional e colaboradora em todas as áreas, incluindo a área da saúde, conforme suas competências, cabendo, de acordo com Maeno; Takahashi; Lima (2009), definitivamente, ao Estado o papel de guardião das leis e de regulador legal e social em benefício do exercício da cidadania.

08 Agosto
Evento
II Congresso Multidisciplinar de Saúde
Por Carlos Costa

Prezados alunos,

Convidamos a todos para o II Congresso Multidisciplinar de Saúde que será realizado nos dias 21 a 23 de setembro na cidade de Fortaleza.

Não percam.

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